Instalações automatizadas do XP

Desde as versões mais antigas do Windows, sempre foi possível automatizar o processo de instalação dos sistemas operacionais, e isto não é diferente para o Windows XP. O tempo médio perdido com a instalação do sistema operacional costuma consumir em torno de uma hora e meia, isso sem falar que, durante toda a instalação, você será obrigado a interagir com a mesma, fornecendo as informações de número de série, nome de máquina, componentes a serem instalados, e etc. Estaremos abordando neste artigo como criar um script para uma instalação do tipo unattended.

Existem outras formas de realizar esta tarefa, tendo elas as seguintes características:

 - Instalação via Unattended: O processo de setup é executado através de uma linha de comando, que faz uma chamada a um arquivo texto contendo todos os parâmetros do setup. Costuma ser o método mais lento, porém seu custo é o menor, pois as ferramentas de criação dos scripts vêm junto com o CD original do produto. Outro fator positivo é o fato de que pode ser utilizado um único script para vários tipos diferentes de hardware, sendo interessante para empresas que possuam uma variedade grande de tipos de computadores.

 - Sysprep: Neste método é feita a instalação em uma estação, exatamente como ela deve ir para o usuário final. Após a instalação, será executado o Sysprep (disponivel no CD do Windows). Esta ferramenta irá retirar os SIDs (Security Identifiers) da máquina, eliminando seu nome de computador, domínio a qual pertence, número de série, etc. Após estas informações serem retiradas, deve ser utilizado um software de clonagem de disco/partição como, por exemplo, o Norton Ghost, ou o DriveImage, da PowerQuest, para retirar uma imagem. Esta imagem poderá ser utilizada posteriormente em máquinas que possuam o mesmo HAL (Hardware Abstraction Layer - Camada de Abstração de Hardware) e Mass Storage (chipsets e controladoras de disco). Isto significa que somente máquinas de modelos idênticos funcionam corretamente, sendo necessário uma imagem para cada tipo de hardware. Apesar de ser o método mais rápido (a distribuição de imagem através do Norton Ghost ou DriveImage costuma levar em média 30 minutos em uma rede a 10 Mbits), envolve o custo da licença destas ferramentas, além de exigir que o cliente possua um número muito reduzido de modelos diferentes de computadores. O baixo tempo de instalação deve-se a fato de que não será necessário instalar novamente o Windows, bastando descarregar a imagem para as estações e fazer os ajustes necessários.

 - Remote Installation Service (RIS): Parecido com o método Sysprep, o RIS depende que você possua DHCP, DNS e Active Directory funcionando na sua rede. Alem do mais, é necessário que as máquinas possuam placas de rede PXE (Pré-boot Execution Environment), um recurso disponível em algumas placas de rede PCI. Não envolve custo adicional de uma ferramenta de terceiros.

Como cada método possui uma particularidade, vamos começar pelo primeiro deles. O importante é ter em mente de que não existe o melhor método, mas sim aquele que melhor atende às suas necessidades. A seguir, você acompanhará os passos necessários para realizar suas implementações de Windows XP Professional.

 - Instalação Unattended

Para este primeiro método a ser demonstrado, vamos considerar o seguinte ambiente:

Server 01 - Servidor contendo scripts de instalação, bem como os arquivos de instalação.
Máquina 01 - Estação contendo 128 MB de memória, um HD IDE de 10 GB e placa de rede 10/100 Mbits.

 Inicialmente será necessário que seja utilizado um disquete de boot na estação que será feito o setup. Caso não tenha nenhum em mão, existem alguns sites que distribuem gratuitamente (inclusive o Superdownloads). Este disquete deverá conter uma versão enxuta do DOS, com pelo menos SmartDrive, Format, Fdisk, drivers da placa de rede para DOS e protocolo TCP/IP.

 Faça o particionamento do disco da estação com este disquete. Como está sendo feito pelo DOS, não será possível criar uma partição maior que 2 GB. Isto não será problema, pois é possível inserir dentro do script unattended um parâmetro que irá unir a partição existente com o restante do disco, que não deverá estar particionado, formando uma única partição C: com o tamanho total do disco. Adiante este parâmetro será explicado.

 Após a formatação da nova partição, vamos partir para a criação dos scripts no servidor. Para isto tenha em mãos o CD original do Windows.

 Abra o CD do Windows e localize a pasta SUPPORTTOOLS. Descompacte o arquivo DEPLOY.CAB para um diretório a sua escolha (por exemplo C:DEPLOY).
 


 


 


Clique nas imagens para ver em tamanho maior
 

 Execute dentro da pasta C:DEPLOY (ou o diretório no qual você descompactou os arquivos) o utilitário SETUPMGR.EXE. A ferramenta que estaremos utilizando para criar os scripts chama-se Windows Setup Manager Wizard. Ver Tela 01.

 Selecione a opção para criar um novo script de instalação. O resultado final será um arquivo TXT contendo todos os parâmetros. Cuidado: como a mesma ferramenta permite editar um script já existente, faça um backup deste arquivo, pois o Windows Setup Manager Wizard oferece apenas algumas opções de Setup. Posteriormente estaremos adicionando novos parâmetros através do NotePad e que, se forem abertos pelo Windows Setup Manager Wizard, irão ser retirados do script, já que o mesmo não reconhece estas linhas adicionais. A melhor maneira de editar posteriormente estes scripts é através do NotePad. Ver Tela 02

 A seguir será questionado para qual método de instalação o script criado será utilizado. Em todos os métodos (Sysprep, RIS e Unattended) são utilizados os scripts em algum momento. Nesta primeira parte, vamos trabalhar apenas com a opção de Windows Unattended Installation. Ver Tela 03.

 - Incluindo drivers na instalação: este é o caso mais comum. Durante o processo de setup, o Windows verifica todos os dispositivos de hardware identificados, e lista seus PnP IDs. A seguir, consulta o arquivo driver.cab, que contêm todos os drivers e arquivos INF, verificando neste arquivo se algum PnP ID está especificado em algum dos arquivos INF dentro do driver.cab, e associa (caso encontre) com seu respectivo driver. Entretanto, é possível informar uma outra pasta a qual o Windows deverá consultar, caso não esteja no driver.cab. Para tal, edite as linhas dentro da Tag [UNATTENDED], e coloque as seguintes informações:

1 - DriverSigningPolicy=valor
     1 - Especifica se o Windows irá checar a assinatura digital nos drivers. Como nem todos os fabricantes realizam tal processo, você pode desabilitar esta informação, com o risco de ter falhas de sistema.
     2 - Valor=Ignore, Warn ou Block

2 - OemPnPDriversPath=valor
     1 - Informa quais pastas o Windows deverá consultar em caso de detecção de hardware. Caso crie uma pasta chamada DRIVER, e você possua vários subdiretórios com drivers em cada subpasta, faça o seguinte:

OemPnPDriversPath="Driversati01;Driversgeforce302

     2 - Será necessário criar um subdiretório abaixo da pasta I386 no servidor. A pasta deverá ter obrigatoriamente o nome $OEM$ e, abaixo desta, uma outra subpasta chamada $1. No caso do exemplo citado acima, ficaria da seguinte forma a estrutura de pastas:

I386$OEM$$1DRIVERSATI01 e I386$OEM$$1DRIVERSGEFORCE302

3 - OemPreInstall=valor 
     1 - Determina se uma instalação com pastas adicionais está sendo feita. Como está sendo usado o parâmetro OemPnPDriversPath, a máquina irá copiar para o disco local todas as pastas que existem debaixo da pasta I386.
     2 - Valores=yes ou no

 - Particionar o HD: conforme mencionado anteriormente, podem ocorrer casos nos quaia as máquinas que serão instaladas possuem um volume superior a 2 GB. Somente podem ser extendidas as partições em NTFS. Caso você possua máquinas com volume maior, e queira criar uma única partição, faça o seguinte:

1 - Formate com o DOS uma partição de até 2 GB. Deixe o restante do disco sem particionar.

2 - Adicione as seguintes linhas na Tag [UNATTENDED]: 
     1 - ExtendOemPartition=valor 
          1 - valores: 
               1 - 0 = não extende
               2 - 1 = extende o tamanho restante, criando um único volume com o tamanho total do disco
               3 - XXX = permite informar em quantos MB adicionais será extendido

    2 - FileSystem=valor
         1 - valores=ConvertNTFS

 - Removendo os jogos da máquina: você pode desabilitar a instalação dos jogos na máquina adicionando uma Tag [COMPONENTS]. Após criar esta entrada, adicione as seguintes linhas:

1 - ACCESSOPT=valor
    
1 - Acessibility Options

2 - MINESWEEPER=valor

3 - FREECELL=valor

4 - HEARTS=valor

5 - PINBALL=valor

6 - SOLITAIRE=valor

7 - SPIDER=valor

8 - ZONEGAMES=valor

Valores = On ou Off

Após ter definido o script básico de instalação, vamos ver como executamos a linha de comando de instalação. No nosso exemplo, a instalação será executada via linha de comando através do DOS. O comando que será executado será o WINNT.EXE, que está dentro da pasta I386, localizada no servidor. Seus parâmetros suportados são:

 /S: Informa qual é caminho que contém os arquivos de instalação. Suporta as seguintes combinações:
 /S:\servidor01i386 (usando UNC)
 /S:X:i386 (através de letra de drive mapeado)
 /S:. Esta opção é utilizada quando o WINNT.EXE é executado direto através de uma letra de drive mapeada

 /T: Informa qual partição será utilizada para armazenar os arquivos temporários de instalação. Esta opção é utilizada quando se deseja instalar o Windows na partição D:, pois a localização dos arquivos temporários define a partição na qual será instalado o sistema operacional

 /U: Informa qual a localização do arquivo unattended TXT. Suporta as seguintes combinações:
 /U:\servidor01i386ARQUIVO.TXT Usando UNC;
 /U:X:i386ARQUIVO.TXT Aatravés de letra de drive mapeado;
 /U:ARQUIVO.TXT Esta opção é utilizada quando o ARQUIVO.TXT está dentro da pasta I386.
 /UDF:id ARQUIVO.UDB usado em conjunto com o parâmetro /U:. O parametro id identifica o nome da máquina, descrito no arquivo ARQUIVO.UDB e ARQUIVO.TXT;
 /R: Especifica uma pasta adicional que será copiada durante o setup, e que não será apagada após o término do mesmo;
 /RX: Especifica uma pasta adicional que será copiada durante o setup e que será apagada após o termino do mesmo.

Bom, acho que é isso por enquanto. Voltarei a falar mais tarde sobre outros assuntos relacionados.

Autor original: Fabio Hara
Direitos Autorais:  Fabio Hara
 
Fabio Hara é MVP de Windows Server, MCSE e MCT e trabalha como consultor de redes e instrutor na Brás e Figueiredo. Atualmente ministra palestras mensais na Microsoft sobre os recursos do Windows 2000 e em projetos de migração de Windows NT 4.0 para Windows 2000.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


RockXP 3.0: mini-utilitário com várias funções para Windows XP

Introdução: O RockXP é um utilitário bem útil que permite que você possa visualizar/trocar a chave de instalação do Windows XP e recuperar senhas do sistema. Vamos vê-lo neste tutorial.

1. Visite o site http://www.korben.tk/ para obter mais informações do programa, e para baixar o programa. Mas você pode baixar o programa diretamente por este link.

2. O programa não tem um instalador, ele roda diretamente de um arquivo executável. Após o download, execute-o clicando no ícone correspondente. Para usufruir das funções do programa, aceite o contrato de utilização, clicando no botão I agree. Várias guias de funções irão aparecer. Vamos vê-las:
 


 

3. My Product Keys: Aqui você poderá ver a chave de instalação do Windows XP. Em Change My Product Key você poderá trocar a chave de instalação sem reinstalar o sistema. Para isso, digite a nova chave no campo correspondente e clique em Modify. Lembre-se que a chave do Windows tem o formato XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX-XXXXX.

Caso você queira formatar o Windows XP mas não quer passar pelo sistema de ativação do mesmo, você deve salvar o arquivo de ativação, clicando no botão Click here to save WPA.DBL. Após o Windows ser instalado, coloque este arquivo na pasta C:Windows|System32 (em modo de segurança). Lembrando que este endereço pode variar devido ao drive escolhido para a instalação e o nome das pastas.
 


 

4. MS Product Key: Esta opção mostra a chave de instalação de outros produtos da Microsoft instalados em seu computador. Basta escolher o produto no menu drop-down.
 


 

5. My System Password: Aqui você terá acesso a todas as senhas do seu sistema, podendo apagá-las ou editá-las (uma boa opção caso você tenha esquecido alguma senha).
 


 

6. RAS Passwords: Você verá todas as senhas de acesso remoto guardadas no computador. As senhas de conexão para a Internet também serão mostradas aqui. Pra mostrar a(s) senha(s) clique em I want to recover my RAS lost passwords.
 


 

7. Password Generator: Função perfeita para criar senhas seguras. Em Password Lenght você deverá digitar o limite de caracteres para a senha (o limite máximo é 50, mas convenhamos, seria uma senha bem exagerada…). Você também poderá escolher se apenas letras e números farão parte das senhas criadas (Alpha and numbers) ou se caracteres especiais (como &$(#)*()(, por exemplo) também serão parte das senhas (All characteres). Crie as senhas clicando em Generate!. para salvar a lista de senhas criadas, clique em Save list, e para apagar a lista, Clear list.
 


 

Conclusão: Realmente o RockXP é um produto bem útil. Suas funções podem ajudar nas horas mais difíceis, e o fato de não ter instalador o torna bem fácil de usar. Ele é freeware, mas se você quiser fazer alguma doação para o autor, informe-se no site.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


O registro do Windows

"Afinal, o que é e para que serve o registro do Windows?" A resposta está bem aqui, neste tutorial: no registro do Windows estão gravadas informações muito importantes para o funcionamento do Windows. Exemplo: você acaba de instalar um programa; onde você acha que foram gravadas as informações sobre ele como localização da pasta, nome e etc.. ?, no registro do Windows, é claro!

Utilitário de edição do registro
O Windows possui um utilitário para edição do registro chamado regedit.exe : você pode acessá-lo clicando no menu Iniciar > Executar e digitar regedit. Este utilitário está dividido em duas partes: à esquerda estão as ramificações (chaves) e à direita as sub-chaves.

Backup do registro
Problemas no registro podem resultar em problemas sérios, dependendo da modificação feita no mesmo, e você corre o risco de não poder mais iniciar o sistema operacional. Para isso, antes de fazer qualquer alteração no registro, é altamente recomendável que você realize um backup:

1. Para realizar um backup no registro, primeiramente você deve clicar com o botão direito do mouse na chave que deseja efetuar o backup e selecionar Exportar. Você também pode selecionar a árvore "meu computador", efetuando desta maneira você fará backup completo do registro : )

2. Agora verifique se no campo Intervalo de exportação esteja escrita a chave correta, após verificar, clique em Salvar.

3. Para restaurá-lo, é só abrir o arquivo, selecionar Sim e depois Ok

As chaves do registro

HKEY_CLASSES_ROOT

É um atalho para a chave: HKEY_LOCAL_MACHINESOFTWAREClasses, essa chave já era para ter se acabado, mas ela existe para manter a compatibilidade com programas de 16 bits, que são da época do Windows 3.x

HKEY_CURRENT_USER

É um atalho para a chave HKEY_USERSX, onde x é o usuário que efetuou logon no sistema

HKEY_LOCAL_MACHINE

Essa chave, sem dúvida, é a mais importante: nela são armazenadas informações de programas, informações do sistema operacional e componentes do computador. Esta chave é na verdade é o arquivo system.dat

HKEY_USERS

Essa chave armazena as configurações dos usuários que fazem logon no Windows: wallpaper, proteção de tela, e etc… Essa chave é o arquivo, user.dat

HKEY_CURRENT_CONFIG

É um atalho para HKEY_LOCAL_MACHINECONFIGXYZ, onde xyz é igual ao seu perfil de hardware atualmente configurado. Como a maioria dos usuários só possui um perfil, xyz normalmente é 000.

Lixo no registro

Após você ter instalado programas, jogos, você não precisa mais deles e resolve desinstalá-los, você acha que está tudo certo e não sobrou vestígio algum destes programas, será que não? Além de algumas dlls espalhadas pelo computador, sobram chaves inúteis no registro que não servirão para mais nada além de deixarem o Windows lento pois a informação que elas contém é inútil. Para limpar o registro existem diversos programas úteis, sendo que um deles é o Regcleaner: ele elimina as informações inúteis do registro, tornando o Windows mais rápido.

Mas o que eu posso fazer no registro?

São inúmeras as possibilidades de coisas que se pode alterar: se eu fosse colocar todas aqui eu gastaria umas 200 páginas :) … Mas você pode pesquisar por boas dicas - inclusive no Fórum do BABOO há algumas dicas de otimização do Windows que podem ser feitas pelo registro! Só para você ter uma noção básica de coisas que se pode fazer, separei duas pequenas dicas para você.

Modificando o nome na barra do Internet Explorer

Para fazer isso, vá na chave HKEY_USERS.DEFAULTSoftwareMicrosoftInternet ExplorerMain, do lado direito crie um novo valor de sequência com o nome de "Window Title" (Sem aspas), dê dois cliques nela e digite um texto, ou mesmo seu nome. Essa dica vale do IE 4.0 em diante.

Alterando os nomes registrados como usuário e empresa

Vamos supor que você comprou o seu computador em uma loja e não o montou, ele veio com o nome registrado como consumidor, e empresa xyz informática, quer mudar isso? Então vá em HKEY_LOCAL_MACHINESoftwareMicrosoftWindows CurrentVersion, e abra as subchaves RegisteredOwner, e RegisteredOrganization, para abri-las, dê um duplo clique e altere os nomes que estão escritos.

OBSERVAÇÃO: não é recomendável você mexer no Registro do Windows caso você não saiba exatamente o que fará ali pois modificações erradas nele podem impedir o funcionamento correto do Windows ou de algum programa instalado.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


Joiners - Como juntar partes de filmes AVI ou MPEG

O que fazemos quando temos  um filme no computador que está dividido em dois ou mais pedaços (geralmente feita pra caber em CDs ou para baixar com mais tranqüilidade pela Internet para quem tem conexão mais lenta) ? Dependendo da quantidade de partes, chega a ser chato de assistir cada uma delas individualmente  (abrindo uma por uma ou mesmo criando listas de execução - que tem o inconveniente da leve parada ao trocar de um arquivo para o outro).

A solução é juntar estas "partes" de filme, criando um arquivo único - e é esse o assunto abordado por este tutorial ! A maneira de se fazer isso é utilizar os chamados "joiners", que juntam os arquivos em um só sem necessidade de edição nem perda de qualidade. Os joiners mais famosos (e freeware) são o Peck's Power Join (para AVI) e o Camel's MPEGjoin (para MPEG).

Antes de mostrar o funcionamento desses programas, vale lembrar que os vídeos que estamos juntando devem possuir o mesmo formato (AVI, MPEG, WMV, etc…), usarem exatamente o mesmo codec de vídeo (DivX, Cinepak, etc…) e áudio (Mp3, Ogg, etc…), terem a mesma quantidade de quadros por segundo, resolução, bitrate, etc… as únicas coisas que podem ser diferentes são o tamanho de cada vídeo. Se, por exemplo, os formatos forem diferentes, tipo AVI e MPEG, devemos converter um deles para o outro formato, como converter o vídeo em MPEG pro formato AVI. Usando codecs diferentes, recodificar um deles para o outro codec (embora não seja muito legal fazer isso), e por aí vai.

Existe também o problema da sincronização do áudio, que acontece quando o áudio não está correto em relação ao que está sendo mostrado no vídeo: este problema pode ser muito complicado de ser solucionado e não será abordado aqui.

Peck's Power Join:


Juntando alguns vídeos AVI/DivX.

Essa é a tela do Peck's Power Join. Repare que ela é bem simples e auto-explicativa: temos a parte onde selecionamos o local onde estão os vídeos que queremos juntar e temos a lista de arquivos no formato AVI disponíveis no diretório selecionado (pode-se configurá-lo para mostrar apenas determinados arquivos: digitando a*.avi, por exemplo, fará com que todos os vídeos existentes que comecem com a letra "A" sejam mostrados) e a lista dos arquivos que escolhemos para juntar. Também temos as informações tanto do arquivo final com os vídeos juntos (Joined Clip) quanto as informações de cada vídeo em separado (Selected Segment).

O botão da Lupa nos dá um preview do vídeo selecionado. O botão >> adiciona o vídeo selecionado a lista de vídeos para juntar, o botão CLEAR limpa a lista, o X tira um vídeo da lista de vídeos para juntar e os botões com setas pra cima e para baixo mudam a ordem dos vídeos. O botão Join! aciona a junção dos vídeos.


Opções simples.

As opções de configuração do programa são poucas e simples: apenas escolher o diretório padrão de procura de vídeos AVI, o diretório padrão para salvar os vídeos novos, padrão de exibição de arquivos (*.avi exibe todos os arquivos AVI do diretório selecionado), parar ou não o programa ao ocorrer um erro na junção dos vídeos (perda de frames/missing source frames), mostrar ou não avisos ao apagar os arquivos originais e limpar a lista de vídeos para juntar (Clear job) após uma junção perfeita.


Realizando a junção dos vídeos.

 

Camel's MPEGjoin:


Interface do Camel's MPEGjoin.

A tela do Camel's é ainda mais simples que a do Peck's: temos o slide para escolher o Chunk Size, o tamanho estimado do vídeo final criado, a lista dos vídeos selecionados para a junção e os botões para mudar a ordem dos vídeos (seta para cima e para baixo), adicionar vídeo a lista (Add), Remover vídeo da lista (Remove), limpar toda a lista (Clear), Juntar (Join) e sair do programa (Exit).


As mínimas opções existentes.

Como no Peck's, existem poucas opções: escolher diretório padrão para os arquivos de vídeo disponíveis (Source), diretório padrão para salvar os vídeos novos (Target), limpar a lista de vídeos para juntar (Clear Queued), confirmar ao apagar (Confirm Delete) e manter a escolha do Chunk Size.

A opção Chunk Size permite configurar o Camel's para a melhor performance em cada computador. Um valor alto permite junções mais rápidas em computadores mais potentes mas também diminui a performance em computadores mais fracos. O valor padrão funciona bem na maioria dos computadores - mas vale a pena você testar algumas opções para melhorar a performance no seu computador.
 


Realizando a junção dos vídeos.

Uma característica do Camel's MPEGjoin é o fato de que ele não impede que o usuário realize a junção de vídeos com resoluções e outras coisas diferentes - embora o resultado na maioria das vezes seja péssimo.

Infelizmente algumas vezes ocorrem problemas na junção dos vídeos (principalmente com AVI) com esses joiners: nestes casos existe a possibilidade de se utilizar programas de edição de vídeo para realizar essas junções. O mais indicado (também por ser relativamente simples de se usar para junção de vídeos) é o VirtualDub.

É extremamente simples a junção de vídeos AVI (infelizmente o VirtualDub só faz isso com AVI, por enquanto): execute o VirtualDub e carregue o primeiro vídeo. Após isso, clique em Video e marque a opção Direct stream copy.

 

Depois clique em Audio e marque a opção Souce audio. Marque também a opção Direct stream copy:

 

Por fim, comece a adicionar os outros vídeos (na ordem correta) clicando em File e depois em Append AVI segment.

Quando terminarmos de adicionar todos vídeos que queremos, clicamos novamente em File e depois em Save as AVI para salvar o novo vídeo.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


Legenda Sincronizada

Legenda Sincronizada

Requisitos básicos:
- Subtitle Workshop; (Disponível na parte de downloads)
- Saber o tempo em segundos de atraso ou adiantamento da legenda.

1- Em seguida abra sua legenda no programa (para facilitar, o programa dá suporte a abertura do vídeo juntamente com a legenda facilitando a sincronia, basta você abrir a legenda que esteja na mesma pasta do vídeo e com o mesmo nome ambas), ou então você poderá abrir a legenda e o vídeo separamente. Abra a legenda e em seguida abra o vídeo indo ao menu Vídeo/Abrir. Após abrir ambos, será mostrado uma tela como a que está abaixo:

2- Onde:
1º e 2º - É informado o tempo corrente e o final do vídeo;
3º e 4º - É onde será feitos os ajustes para o aparecimento e ocutação desta fala.
PS: Este é um caso isolado, é só para algumas falas que estejam fora de sincronia. Mas se a sincronia e para toda a legenda e não para algumas partes, então nem se preocupe com esta dica acima, mas não ignore-a, pois você talvés venha a precisar dela futuramente para legendas com falas fora de sincronia.

Como o caso é para a legenda toda, siga as dicas adiante de como fazer a correção de forma adequanda:

Aqui é o caminho ao qual será feita a correção.

3- Após, basta você determinar se é atraso (-) ou adiantamento (+) da legenda e ajustar conforme queira, verifique abaixo:

4- Caso a legenda apareça depois da fala, a mesma está ATRASADA, para a correção selecione o sinal NEGATIVO (-) e determine o tempo de atraso dela, caso contrario faça o inverso, CLARO!!!

———————————————————————————-

Se a legenda estiver sincronizada, para assistir o filme, basta deixar Filme e Legenda, com o mesmo nome e na mesma pasta. (Isto se tiver o K-Lite Codecs ou algum player que o substitua).

Ex: Filme - GLADIADOR.avi / Legenda - GLADIADOR.srt

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


Aprenda as diferenças entre DVDRip, DVDScr, TS, TC, CAM

Aprenda as diferenças entre DVDRip, DVDScr, TS, TC, CAM…

CAM
O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

SCREENER (SCR)
Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes. Dependendo do equipamento usado, a qualidade do screener pode variar de excelente se for feita de uma cópia MASTER, até muito ruim se for feita em um equipamento velho com uma cópia ruim da fita. A maioria dos screener são passados pra VCD, mas já houveram tentativas em SVCD.
Screener, geralmente, também indica qualquer um dos tipos acima. (qualidade mais baixa)

DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

VHSRip
Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.

TVRip
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.

PDTV/HDTV
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.

WORKPRINT (WP)
Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.

DivX Reenc
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.

Watermarks
Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d'água "Z" "A" e "Globe".

Asian Silvers / PDVD
São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.

SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito, mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando uma resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no meso DVD.

AVI
Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

MPEG
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

OGM
Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

VBR
Bitrate Variável. É possível "encodar" áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.

Bitrate
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.

Aspect Ratio Tags
WS - Widescreen (letterbox)
FS - Fullscreen

Codec
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).

DivX / XviD
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compressco MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de "MP3 do vídeo". Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.

NTSC / PAL
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Os dois tipos de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.


AC3
Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.

AAC
Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.

BIN / CUE
Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.

Expressões encontradas:

PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.

UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)

LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.

INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.

STV
Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.

ASPECT RATIO Tags
As expressões de formato são:
WS = Widescreen (letterbox)
FS = Fullscreen.

REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.

NUKED
Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.

Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.

DUPE
Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.

SE (special edition)
Edição Especial

DC (director's cut)
Versão do diretor.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)


The KMPlayer 2.9.3.1214

The KMPlayer 2.9.3.1214

Deixe de lado aquele monte de programas de áudio e vídeo e instale este fantástico player compatível com todos os formatos que você possa imaginar. Isso mesmo! Com o The KMPlayer — não o confunda com o KMPlayer para Linux —, você assiste filmes em DVDs, VCDs, arquivos de vídeo, escuta suas músicas favoritas e muito mais, sem a necessidade de alternar entre programas!

É como se fundissem as características e funções do Windows Media Player, RealPlayer, QuickTime, Winamp e os demais players de vídeo em um só aplicativo. Além da incrível compatibilidade, traz uma interface arrojada com suporte a skins (temas), que por sua vez, trazem uma imensa coleção de cores predefinidas para deixá-las bem ao seu gosto.

UM PLAYER ARROJADO

De simples o programa possui apenas o uso, totalmente intuitivo e com menus inteiramente traduzidos para o nosso idioma. Essa praticidade é acentuada ainda mais pelas ferramentas e configurações que se encontram em uma grande estrutura de menus, acessíveis com um clique do botão direito do mouse. Veja suas funções:

Principais funcionalidades:

Player de áudio com inúmeros efeitos, com equalizador, amplificador e muito mais.
Player de vídeo com suporte aos mas variados formatos, com suporte a legenda e vasta quantidade de opções para configurações da tela, resolução, qualidade, etc.
Software para a captura de vídeo, áudio e até mesmo screenshots!

MÚSICAS COM QUALIDADE

Tratando-se de áudio, o The KMPlayer marca de dez a zero em seus concorrentes! A fidelidade na reprodução e a quantidade de ferramentas disponíveis são alguns dos muitos pontos fortes do programa. Os recursos variam entre os mais simples até os avançados, mas mesmo um usuário comum tem facilidade em manuseá-los.

Personalize sua execução:

O que acha de deixar suas músicas com aquele efeito de cinema? Nas configurações de áudio, você encontra um equalizador completo para balancear a freqüência do sinal de áudio. Caso não saiba configurá-lo manualmente, utilize os esquemas predefinidos no botão Preset, procurando pelo modelo que melhor se adapte ao estilo das suas músicas — pop, rock, reggae, techno, etc.

Impressione seus amigos adicionando efeitos às músicas em execução! Além dos recursos para aprimorar a qualidade, há também filtros e ferramentas especiais para deixarem as músicas com uma sonoridade diferente da comum, como cristalizar, true bass, inverter canais, e outros. Já se a sua área for gravações, ligue o microfone e comece a cantar! A captura de áudio também está integrada ao programa.

Compatibilidade:

- Arquivos AVI incompletos ou danificados (os quadros danificados são pulados).
- Arquivos bloqueados enquanto baixados (incompletos) ou compartilhados (caso especial para o formato AVI, que o arquivo é reconstruído em tempo real caso esteja sendo baixado em ordem consecutiva.
- Streaming HTTP — ASF, OGG, MP3, AAC, MPEG PS, MPEG TS.
- AVI, WMV, MKV, MOV, MP4, OGG, THEORA, OGM, RMVB, MPEG1, MPEG2, entre outros.
- Álbuns de áudio compressados em ZIP ou RAR.
- Shoutcast e Icecast.
-AC3, AAC, OGG, APE, MPC, FLAC, AMR, ALAC, SHN, WV, MOD, S3M MTM, UMX, XM e IT. - Google Video (GLV), Flash Video (FLV), Nullsoft Streaming Video (NSV), 3GP, PMP, VOB.
- Arquivos do RealPlayer, QuickTime e Windows Media Player.
- Plugins de entrada do Winamp.
- Reprodução de DVDs, ratDVDs (necessita filtros de ratDVD).
- CD de áudio, formato CDXA (somente Windows XP e 2000).
- Vídeo CD, SVCD, XCD.
- Arquivo de imagem VCD — BIN, ISO, IMG, NRG (requer mplayer.dll).
- Suporte a dispositivos WDM como TV, HDTV, câmera, webcam, etc.
- Arquivos em Flash da Adobe, FLC e FLI.
- Diversos arquivos de imagens como PNG, GIF, etc.

OS VÍDEOS

Uma área do programa que com certeza é de invejar. Com relação a vídeo, você tem tudo e mais um pouco do que precisa para assistir a filmes, clipes de vídeo e até mesmo fazer a captura deles. Se você possui dispositivos de captura — TV, HDTV, webcam, câmera, etc —, pode também utilizá-los no The KMPlayer.

Assista seus filmes com legenda:

Realmente um programa deste porte não poderia deixar de contar com o recurso de legendas, no qual também, possui uma tremenda compatibilidade. As configurações são as mais variadas, tudo com o simples intuito de lhe dar total liberdade de escolha e personalização. Se a legenda em uso estiver com erros, pode-se facilmente editá-la a partir do próprio player!

Imagem em alta definição:

Quando o assunto é vídeo, o primeiro pensamento que nos vem a cabeça: a qualidade desse player é boa? Não. É ótima! Para complementar isso, ele oferece uma grande quantidade de controles para tela — proporção, posição e tamanho, etc — e é claro, mais efeitos! E estes são muitos, porém vale ressaltar os famosos câmera lenta e quadro a quadro. Se depois de alterar suas preferências não obter o resultado esperado, pode-se também alterar o renderizador de vídeo, recomendado para usuário com um pouco mais de conhecimento na área.

PRATICIDADE

Este é o ponto que o torna fantástico, pois mesmo comportando todas essas funções — e mais um pouco que você descobrirá usando-o — mantém a praticidade de um simples player. Ao dar o play em uma música por exemplo, pode-se desempenhar outras atividades no computador tranqüilamente sem que o player lhe incomode. Isto deve-se ao recurso de minimizá-lo para a systray, barra de sistema ao lado do relógio, sem ocupar a barra de tarefas. Para acessá-lo novamente, basta um clique com o botão esquerdo do mouse.

Lista de reprodução avançada:

A playlist do The KMPlayer assemelha-se à do Winamp, porém com algumas opções adicionais. Como se não bastasse a versatilidade, conta com botões para ações comuns ao alto da janela, os quais são acompanhados, ao lado esquerdo, por uma caixa de seleção de álbums que torna mais ágil a troca entre listas de reproduções.

Aproveite este fantástico player!

O quê? Você ainda utiliza um programa para cada formato de arquivo de áudio/vídeo que executa? Isso é coisa do passado! Utilizando o The KMPlayer, além contar com um software tudo em um, terá com uma incrível ferramenta de qualidade e fidelidade para as mais diversas reproduções de som e imagem.

Se gostou da matéria deixe um comentário or subscribe to the feed and get future articles delivered to your feed reader.

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

(obrigatório)

(obrigatório)